Vivo para quem não me vê. Sorrio para quem não quer saber. Desculpo-me para quem não me perdoa. Escrevo para quem não lê. Espero por quem não vem. Quero, mas querer não basta. Deixei de lutar porque deixei de vencer. Deixei de vencer porque deixei de lutar. Caí e não me soube levantar. Sento-me e não sei o que faço aqui.
Para quê?
Para sofrer sem ti? Para te ver partir? Para te ver a seres feliz sem mim?
Para quê?
Morro aqui. Morro agora. Morro para sempre.
segunda-feira, novembro 19, 2007
domingo, novembro 11, 2007
terça-feira, novembro 06, 2007
domingo, novembro 04, 2007
Desculpa: a imperfeição do meu ser;
o vazio do meu olhar;
o meu choro calado;
o toque da minha mão;
o bater do meu coração;
a saudade do que não existe;
o mal que eu te faço;
o mal que tu me fazes;
o bem que é;
o bem que era;
o mau de nós;
o que não consigo evitar;
a impaciência;
a demora;
a insanidade;
a crueldade;
a racionalidade;
os erros!
Acima de tudo, desculpa-me por ter nascido. Viste em mim o que eu vi em ti, mas deixaste de querer ver-me. Desculpa por ser feliz. Desculpa por ser infeliz. Desculpa.
Desculpa por te ter magoado. Desculpa por ter esperado. Desculpa.
Desculpa-me, por cada vez que a minha existência colidir com a tua como se fossem uma só. Desculpa-me pelo beijo, pelo abraço... Desculpa-me pelas palavras ou pela sua ausência. Desculpa-me por não ser perfeita, mas só é perfeito quem já não existe!
o vazio do meu olhar;
o meu choro calado;
o toque da minha mão;
o bater do meu coração;
a saudade do que não existe;
o mal que eu te faço;
o mal que tu me fazes;
o bem que é;
o bem que era;
o mau de nós;
o que não consigo evitar;
a impaciência;
a demora;
a insanidade;
a crueldade;
a racionalidade;
os erros!
Acima de tudo, desculpa-me por ter nascido. Viste em mim o que eu vi em ti, mas deixaste de querer ver-me. Desculpa por ser feliz. Desculpa por ser infeliz. Desculpa.
Desculpa por te ter magoado. Desculpa por ter esperado. Desculpa.
Desculpa-me, por cada vez que a minha existência colidir com a tua como se fossem uma só. Desculpa-me pelo beijo, pelo abraço... Desculpa-me pelas palavras ou pela sua ausência. Desculpa-me por não ser perfeita, mas só é perfeito quem já não existe!
terça-feira, outubro 16, 2007
A Amizade
A Amizade não se vê, sente-se, ou deixa-se de sentir, quando é o caso. Acaba no momento em que a outra pessoa nos desilude tanto que já não é possivel perdoar mais. E aí percebemos que talvez não fosse amizade, porque para ser digna desse nome tinha de ser real, sem mágoa, sem desilusão!
terça-feira, outubro 02, 2007
A Arca do Não-É
'Uma coisa que me põe triste
é que não exista o que não existe.
Tudo o que eu nem posso imaginar
porque se o imaginasse já existia
embora num sítio onde só eu ia.
Por mais voltas que a invenção dá
volta sempre ao que já há!
Por isso o que me põe triste
é que exista tudo o que existe.'
é que não exista o que não existe.
Tudo o que eu nem posso imaginar
porque se o imaginasse já existia
embora num sítio onde só eu ia.
Por mais voltas que a invenção dá
volta sempre ao que já há!
Por isso o que me põe triste
é que exista tudo o que existe.'
sexta-feira, setembro 28, 2007
Mais disto.
Todos os dias, algo nasce, algo morre e algo muda. À nossa volta, uma imensidão de nada e de tudo faz com que o mundo nos pareça vazio, degradante ou até mesmo solitário. Imensamente pequeno o espírito do homem, imensamente desleixado, imensamente desaproveitado. Uma mente que se julga tão 'aberta', uma alma tantas vezes solidária, tantas vezes perdida no que há de bom no mundo.
Abre-se uma janela quando uma porta se fecha..absorvemos tamanha infelicidade com aquela porta que se fecha que nos esquecemos de ver a nova janela. Quantas vezes nos incutem esta ideia. Quantas!
Sorri à vida e também ela te sorrirá. Vale a pena? Iremos a tempo de salvar o mundo?
Batemos no fundo do poço e resta-nos apenas ter a esperança de conseguir permanecer à tona.
Grita, chora, ri, sonha. Mas reinventa-te a cada paço. Para que um dia valha a pena!
Abre-se uma janela quando uma porta se fecha..absorvemos tamanha infelicidade com aquela porta que se fecha que nos esquecemos de ver a nova janela. Quantas vezes nos incutem esta ideia. Quantas!
Sorri à vida e também ela te sorrirá. Vale a pena? Iremos a tempo de salvar o mundo?
Batemos no fundo do poço e resta-nos apenas ter a esperança de conseguir permanecer à tona.
Grita, chora, ri, sonha. Mas reinventa-te a cada paço. Para que um dia valha a pena!
quinta-feira, setembro 27, 2007
Por lapso!
A blog-o-mania apoderou-se da minha vida e mudou-a. Todo um mundo que eu desconhecia faz agora parte daquilo que eu não posso dispensar. Há exactamente 17 dias atrás, celebraram-se 2 anos que nasceu este blog e acontecimentos recentes e menos afortunados impediram-me de vir congratular essa data! Ainda assim, 17dias depois, estou aqui para agradecer todos os bons momentos, os bons comentários, as boas pessoas que vivem neste nosso mundo. E que por muitos mais anos todos nós estejamos aqui para falar de todo o tipo de assuntos que não interessa a ninguém ou que interessa a toda a gente. Parabéns [10-09-2007]!
quarta-feira, setembro 19, 2007
terça-feira, agosto 21, 2007
Por momentos..
Há dias em que acordamos fora do mundo, como se nada fosse real, como se o tudo fosse imaginário.. Há dias em que não acordamos porque o nosso corpo estava cansado demais para adormecer. Há dias em que o nosso saco de orgãos e ossos se engloba inteiramente num mundo delicadamente colocado noutra dimensão.
Uma sensação de distância, indiferença e acima de tudo solidão. Como se o chão por baixo de nós abandonasse esse lugar; como se a luz do sol deixasse de existir, deixando-nos sem vida; como se não fosse necessário falar, ouvir, respirar ou até mesmo sentir.
É um daqueles dias em que o coração fala para dentro, sozinho; daqueles dias em que não nos serve acreditar nos sentimentos mais fundos; daqueles dias em que parece que vivemos num grande pesadelo soldado numa grande mentira.
Respiro bem fundo. Abro os olhos. Limpo as lágrimas que correm na minha cara (mesmo quando dormia). Tento ver tudo o que me rodeia. Tento abrir a janela. Tento inspirar um ar mais puro que me faça sentir viva. Abro os olhos novamente. Não estava a sonhar. Tudo se desmorona em meu redor, todos os sonhos desvanecem, todas as meninices. É real o que acontece. Não há mais esperança para mim, não há mais vida. É assim que se acorda todas as manhãs num mundo que eu aprendi a conhecer. E a cada momento, é mais difícil aguentar todo o barulho que nos rodeia.
Inspira. Expira. Inspira. Expira. Estou viva.
Uma sensação de distância, indiferença e acima de tudo solidão. Como se o chão por baixo de nós abandonasse esse lugar; como se a luz do sol deixasse de existir, deixando-nos sem vida; como se não fosse necessário falar, ouvir, respirar ou até mesmo sentir.
É um daqueles dias em que o coração fala para dentro, sozinho; daqueles dias em que não nos serve acreditar nos sentimentos mais fundos; daqueles dias em que parece que vivemos num grande pesadelo soldado numa grande mentira.
Respiro bem fundo. Abro os olhos. Limpo as lágrimas que correm na minha cara (mesmo quando dormia). Tento ver tudo o que me rodeia. Tento abrir a janela. Tento inspirar um ar mais puro que me faça sentir viva. Abro os olhos novamente. Não estava a sonhar. Tudo se desmorona em meu redor, todos os sonhos desvanecem, todas as meninices. É real o que acontece. Não há mais esperança para mim, não há mais vida. É assim que se acorda todas as manhãs num mundo que eu aprendi a conhecer. E a cada momento, é mais difícil aguentar todo o barulho que nos rodeia.
Inspira. Expira. Inspira. Expira. Estou viva.
domingo, agosto 12, 2007
Desafio [aceite]
Fui desafiada por Sleeping Angel
1. Pegar no livro mais próximo.
2. Abri-lo na página 161.
3. Procurar a quinta frase completa.
4. Transcrever a referida frase no blogue.
5. Não vale escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar obrigatoriamente o mais próximo).
6. Finalmente, passar o desafio a cinco pessoas.
"Quero. O. Meu. Almoço. Imediatamente!" (Os pontos finais são pausas de fala e não final de uma frase!)
in "O Diabo veste Prada" de Lauren Weisberger
Não passo o desafio a ninguém em especial mas sim a todas as pessoas que vierem ao blog!Obrigada!
1. Pegar no livro mais próximo.
2. Abri-lo na página 161.
3. Procurar a quinta frase completa.
4. Transcrever a referida frase no blogue.
5. Não vale escolher a melhor frase nem o melhor livro (usar obrigatoriamente o mais próximo).
6. Finalmente, passar o desafio a cinco pessoas.
"Quero. O. Meu. Almoço. Imediatamente!" (Os pontos finais são pausas de fala e não final de uma frase!)
in "O Diabo veste Prada" de Lauren Weisberger
Não passo o desafio a ninguém em especial mas sim a todas as pessoas que vierem ao blog!Obrigada!
quarta-feira, julho 25, 2007
terça-feira, julho 24, 2007
Volto..
Recém chegada de um concerto de música clássica, melhor dizendo, de um bom concerto de música clássica, sinto que voltei a um estado de espírito incrivelmente familiar. Lavei a alma com toda aquela maravilhosa melodia, mas em todo o processo de 'lavagem' uma parte de mim aflorava, uma parte que tão maravilhosamente tinha escondido...
Ser feliz é quase como atingir a perfeição. É quase tão impossível, é quase tão irreal. Qualquer problema serve para disturbar toda uma paz de espírito, ou até mesmo, todo um estado único de incrível satisfação. É de dentro que vem uma súbita mudança. E toda a minha mente se concentra em pequenos pensamentos incrivelmente preocupantes, senão mesmo, dolorosos.
Volto, a toda aquela angústia e palpitação acelerada de quando algo está errado nalguma parte do mundo. A principio pensei que fosse a mesma preocupação que me assola cada dia, uma preocupação de todos e de ninguém. Sentir que se deve fazer mais pelos outros... Mas rapidamente essa ideia surgiu como altamente improvável, ou até mesmo, absurda.
Ninguém sabe o que verdadeiramente passa na alma de uma outra pessoa. É, de facto, extremamente complicado de entender. Tentei dar a mim mesma uma explicação para aquela preocupação, mas nem a mim consegui enganar. Depois foi a fase de aconselhamento, aliás, autoaconselhamento. Na verdade, enquanto ser humano, tenho de aprender a confiar mais na 'fidelidade' das pessoas. No fundo, se alguém gosta de nós, gosta mesmo de nós, nunca iria cometer um erro, qualquer que seja, que estragasse a pseudo-relação.. Não que se esteja a falar verdadeiramente de traição(dado que não há ninguém para trair), mas de ligação ou intromissão naquela que poderia ser um relação...
Esta é a altura em que espero que alguém leia isto e me ajude a esclarecer a situação. De notar que a minha mente criou toda a situação sem fontes viáveis de confirmação (ou negação). É 1h30 da manhã, alguém leva a sério as minhas dúvidas existenciais?
Ser feliz é quase como atingir a perfeição. É quase tão impossível, é quase tão irreal. Qualquer problema serve para disturbar toda uma paz de espírito, ou até mesmo, todo um estado único de incrível satisfação. É de dentro que vem uma súbita mudança. E toda a minha mente se concentra em pequenos pensamentos incrivelmente preocupantes, senão mesmo, dolorosos.
Volto, a toda aquela angústia e palpitação acelerada de quando algo está errado nalguma parte do mundo. A principio pensei que fosse a mesma preocupação que me assola cada dia, uma preocupação de todos e de ninguém. Sentir que se deve fazer mais pelos outros... Mas rapidamente essa ideia surgiu como altamente improvável, ou até mesmo, absurda.
Ninguém sabe o que verdadeiramente passa na alma de uma outra pessoa. É, de facto, extremamente complicado de entender. Tentei dar a mim mesma uma explicação para aquela preocupação, mas nem a mim consegui enganar. Depois foi a fase de aconselhamento, aliás, autoaconselhamento. Na verdade, enquanto ser humano, tenho de aprender a confiar mais na 'fidelidade' das pessoas. No fundo, se alguém gosta de nós, gosta mesmo de nós, nunca iria cometer um erro, qualquer que seja, que estragasse a pseudo-relação.. Não que se esteja a falar verdadeiramente de traição(dado que não há ninguém para trair), mas de ligação ou intromissão naquela que poderia ser um relação...
Esta é a altura em que espero que alguém leia isto e me ajude a esclarecer a situação. De notar que a minha mente criou toda a situação sem fontes viáveis de confirmação (ou negação). É 1h30 da manhã, alguém leva a sério as minhas dúvidas existenciais?
sexta-feira, julho 20, 2007
Vislumbre..
Um vislumbre, daquilo que eu podia ou devia ser, qual mancha no chão, disforme e indistinta. De tudo o que podia ser, de tudo o que podia fazer, escolhi um caminho mais fácil - ignorar. Já nem sei se ignoro a minha própria existência ou apenas tudo o que me rodeia. Acho que tomei a decisão fácil de tomar as coisas como garantidas.
Sentimos que por tantas verdades reais, o mundo nos faz sentir pequenos, tão pequenos quanto a nossa verdadeira dimensão. Afinal, nada mais nos resta do que essa pequenez de tamanho e de acções. Sabemos que está nas nossas mãos mudar, e continuamos parados na nossa cadeira por mais uma vez...
É um mundo tão grande, com tanta gente para ajudar. E sinto-me tão 'powerless'. Sinto que as minhas acções em nada contribuem para melhorar o mundo.
Vislumbro o que queria ser, porque vale a pena. Enquanto existe um amanhã, existe a possibilidade de nos superarmos. E salvar o mundo, porque é real. Puro. Verdadeiro. Necessário!
É mudar o mundo que eu quero. É salvar tantas pessoas que eu posso. É dar a mão, e não pedir nada em troca...
Sentimos que por tantas verdades reais, o mundo nos faz sentir pequenos, tão pequenos quanto a nossa verdadeira dimensão. Afinal, nada mais nos resta do que essa pequenez de tamanho e de acções. Sabemos que está nas nossas mãos mudar, e continuamos parados na nossa cadeira por mais uma vez...
É um mundo tão grande, com tanta gente para ajudar. E sinto-me tão 'powerless'. Sinto que as minhas acções em nada contribuem para melhorar o mundo.
Vislumbro o que queria ser, porque vale a pena. Enquanto existe um amanhã, existe a possibilidade de nos superarmos. E salvar o mundo, porque é real. Puro. Verdadeiro. Necessário!
É mudar o mundo que eu quero. É salvar tantas pessoas que eu posso. É dar a mão, e não pedir nada em troca...
sábado, junho 16, 2007
No cerne da questão
A questão deixa de ser o que queremos para nós ou para o nosso futuro, e passa a ser, aquilo que nós vamos realmente conseguir, aquilo pelo que queremos lutar, até onde é que é suposto...
Não há vida para além da morte, dizem, mas só para algumas pessoas. Alguns de nós querem realmente fazer a diferença, neste mundo, para que a vida em vida consiga ser grandiosa, mas que a vida em morte, se prolongue por longas e distantes gerações. Alguns de nós não se irão contentar com memórias e simplicidades breves, com os 5minutos de fama e coragem ou com aqueles dias de simples interesse...
Naquilo que tomamos como vida, temos restrições, não pela 'censura' mas pelo próprio entendimento humano daquilo que é ou não eticamente correcto, ou mais correcto. Mas quem decide se se pode ou não ir mais além, quem ou o quê que decide o que é o limite, é a nossa mente, a nossa capacidade de superação dos limites da imaginação.
Não me chega viver grandemente, com tudo de bom, cheia de gente e supostos amigos(ou colegas). Não me chega envelhecer e ser esquecida à frente da minha lareira com um pequeno livro na mão e meia dúzia de histórias para contar aos meus netos. Não me chega uma felicidade plenamente terrena. Para mim, realmente viver é fazer algo que seja 'reconhecido', é fazer alguma coisa pelo que está bem no mundo, é agir contra o que está o mal no mundo, é superar tudo aquilo que não é suposto superar. Realmente viver, é ser mais do que se é, é saber mais do que se sabe, é imaginar mais do que se pode. Eu quero viver agora, e quero que vivam quando eu morrer. Quero que vivam a minha vida e se lembrem de mim, que haja sempre alguém que saiba quem eu fui, que haja sempre 'gente' por todo o mundo que diga: "Sim, eu sei que ela fez ISTO!"
Eu sei que posso mudar o mundo. E continuo a acreditar que a minha palavra, um dia, fará a diferença. [Enquanto que ainda não os meus actos]
Não há vida para além da morte, dizem, mas só para algumas pessoas. Alguns de nós querem realmente fazer a diferença, neste mundo, para que a vida em vida consiga ser grandiosa, mas que a vida em morte, se prolongue por longas e distantes gerações. Alguns de nós não se irão contentar com memórias e simplicidades breves, com os 5minutos de fama e coragem ou com aqueles dias de simples interesse...
Naquilo que tomamos como vida, temos restrições, não pela 'censura' mas pelo próprio entendimento humano daquilo que é ou não eticamente correcto, ou mais correcto. Mas quem decide se se pode ou não ir mais além, quem ou o quê que decide o que é o limite, é a nossa mente, a nossa capacidade de superação dos limites da imaginação.
Não me chega viver grandemente, com tudo de bom, cheia de gente e supostos amigos(ou colegas). Não me chega envelhecer e ser esquecida à frente da minha lareira com um pequeno livro na mão e meia dúzia de histórias para contar aos meus netos. Não me chega uma felicidade plenamente terrena. Para mim, realmente viver é fazer algo que seja 'reconhecido', é fazer alguma coisa pelo que está bem no mundo, é agir contra o que está o mal no mundo, é superar tudo aquilo que não é suposto superar. Realmente viver, é ser mais do que se é, é saber mais do que se sabe, é imaginar mais do que se pode. Eu quero viver agora, e quero que vivam quando eu morrer. Quero que vivam a minha vida e se lembrem de mim, que haja sempre alguém que saiba quem eu fui, que haja sempre 'gente' por todo o mundo que diga: "Sim, eu sei que ela fez ISTO!"
Eu sei que posso mudar o mundo. E continuo a acreditar que a minha palavra, um dia, fará a diferença. [Enquanto que ainda não os meus actos]
O Dia da Criança

Antes de mais, as minhas mais sinceras desculpas a todas as crianças porque a minha ausência não me permitiu a publicação de um post dedicado a elas e a nós. Porque o mundo é de quem sabe rir de verdade, de quem sabe chorar quando é preciso, de quem não tem medo de cair até fazer certo, de quem consegue o que quer lutando, e lutando, e lutando... FELIZ DIA DA CRIANÇA! [1 de Junho]
Eu ainda sou uma criança, e acho que ainda somos todos... Um bocadinho!
sábado, maio 26, 2007
É um sonho
É um sonho que se torna realidade a cada minuto mais próximo do fim, a cada momento mais próximo do 'ser feliz'...
Não passa de um sonho mesmo a cada realização, mesmo a cada tentativa, mesmo quando é um sonho...
Não existe enquanto realidade e por isso é como se anulasse enquanto concretização.
A cada momento, tudo nos parece irreal e insólito...tudo nos parece tão perto e tão longe.
A cada momento, tudo parece mais perfeito, mais ideal, mais ...mais!
E então, lentamente, o mundo à nossa volta passa por baixo dos nossos pés sem mais nos segurar, e tudo o que construímos até agora é o nada que nos passa a rodear.
Não passa de um sonho mesmo a cada realização, mesmo a cada tentativa, mesmo quando é um sonho...
Não existe enquanto realidade e por isso é como se anulasse enquanto concretização.
A cada momento, tudo nos parece irreal e insólito...tudo nos parece tão perto e tão longe.
A cada momento, tudo parece mais perfeito, mais ideal, mais ...mais!
E então, lentamente, o mundo à nossa volta passa por baixo dos nossos pés sem mais nos segurar, e tudo o que construímos até agora é o nada que nos passa a rodear.
sexta-feira, maio 11, 2007
Hoje, 60segundos!
O momento em que descobrimos quem nós somos, é o momento em que negamos o que são os outros. É no entanto algo que não faz sentido ou que nos parece impossivel. Reparem que não sabemos o que queremos ao certo, mas sabemos sempre o que não queremos.
Às vezes esquecemo-nos de olhar para trás e decidir o que realmente não pode voltar a acontecer e quanto não nos podemos entregar completamente a determinadas situações.
A vida parece-nos demasiado curta para deixarmos passar um minuto em branco, e cada vez mais as pessoas deixam de pensar para preencher esse minuto.
No entanto, não passam de uns meros 60 segundos, como os muitos outros 60 segundos que temos pela frente. Na maioria das vezes, nem maiores, nem mais importantes, nem mais distintos... São meros 60 segundos que podemos guardar para viver mais intensamente, um dia mais tarde.
Precipitavam-se para os braços uns dos outros, um pouco ao acaso, um pouco sem pensar. Deixavam-se levar nas 'simpatias'... Por apenas 60 segundos, que podem realmente estragar a vida de alguém..
Eu vou poupar esses 60 segundos, e os muitos outros, para um dia mais tarde ter esses 60 segundos intensos, redobrados e com algo que não têm os vossos 60 segundos - sentimento.
Desprovir um acto, qualquer que seja, de sentimento, é o mesmo que sistematizar alguma coisa, que é o que acontece na realidade. Porque no fundo, tudo o que acontece, é porque tem de acontecer. A vida não é curta, dura o tempo estritamente necessário para ser inesquecivel!
Às vezes esquecemo-nos de olhar para trás e decidir o que realmente não pode voltar a acontecer e quanto não nos podemos entregar completamente a determinadas situações.
A vida parece-nos demasiado curta para deixarmos passar um minuto em branco, e cada vez mais as pessoas deixam de pensar para preencher esse minuto.
No entanto, não passam de uns meros 60 segundos, como os muitos outros 60 segundos que temos pela frente. Na maioria das vezes, nem maiores, nem mais importantes, nem mais distintos... São meros 60 segundos que podemos guardar para viver mais intensamente, um dia mais tarde.
Precipitavam-se para os braços uns dos outros, um pouco ao acaso, um pouco sem pensar. Deixavam-se levar nas 'simpatias'... Por apenas 60 segundos, que podem realmente estragar a vida de alguém..
Eu vou poupar esses 60 segundos, e os muitos outros, para um dia mais tarde ter esses 60 segundos intensos, redobrados e com algo que não têm os vossos 60 segundos - sentimento.
Desprovir um acto, qualquer que seja, de sentimento, é o mesmo que sistematizar alguma coisa, que é o que acontece na realidade. Porque no fundo, tudo o que acontece, é porque tem de acontecer. A vida não é curta, dura o tempo estritamente necessário para ser inesquecivel!
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