Ser feliz é um bocadinho mais complicado e complexo do que parece na realidade. Vai um bocadinho além da mentalidade de algumas pessoas. Ser feliz, no fundo, é ter mais do que se pode desejar, é ser importante para alguém, é sentir-se a nossa falta, é querer sempre o mundo inteiro!
Ser feliz é simples, quando temos amigos que são importantes e que nos fazem sentir importantes. É simples saber ser-se natural e verdadeiro. É simples ser-se real. Ser feliz é mais do que a maioria pensa!
Há quem se diga feliz, por ter uma infinidade de 'colegas' ou até mesmo conhecidos. Que ser feliz passa por ser-se popular. Eu digo que prefiro a minha modesta insignificancia, digo que vos posso parecer uma parola, uma 'bimba, uma 'zé-ninguém'. Mas no fundo todos vocês me invejam! Todos vocês gostavam de poder dizer que são metade do felizes que eu posso ser, que têm metade das pessoas que realmente importam na vida que eu tenho. Eu posso ter perdido metade que fosse das pessoas que vocês conhecem por ganhar amigos, de verdade, e digo que abdicava disso, uma e outra vez, e nunca me arrependeria. Porque ganho em sorrisos a cada dia, porque ganho em vontade, ganho em ser. Porque aquilo que vocês conhecem nem sempre é o melhor. Porque aquilo que vocês fazem nem sempre é o mais fixe. Porque conhecer-se muita gente, primeiro, não significa ser-se popular, e segundo, não traz felicidade!
Ser feliz é ter-vos comigo a cada dia, e saber que não vai acabar. É saber que cada pessoa nova é como uma benção que traz algo de novo. É saber que é verdade tudo!
Ser feliz é poder dizer que tenho amigos de verdade. Que às vezes não concordamos. Que na maioria das vezes estamos em desacordo e discutimos. Que por tantas vezes nos apetece espancar algum de nós. Que nunca nada está perfeito. Que há sempre algo por dizer. Que quando sorrimos é de verdade. Que por tudo isto, somos nós, em pleno estado de espirito, e que somos mesmo felizes. E por isso vocês são TÃO IMPORTANTES!
sexta-feira, maio 04, 2007
quarta-feira, abril 25, 2007
Diz-me..
Qual é a dose certa de desculpas? A dose certa de erros? A dose certa de sofrimento?
Até quando te vou ver e dizer para mim mesma que não existes? Até quando me vais obrigar a dizer interiormente que morreste, e outra pessoa cresceu em ti?
Não te conheço, àquilo em que acreditas agora, à pessoa em que te tornaste. Não conheço o que te rodeia, não reconheço o que és... Não existes, morreste, ou então tens vergonha do que eras! Eu não tenho vergonha do que eras, aliás, só quem não gostar de ti é que teria. Agora, as pessoas realmente 'boas', realmente fixes, são as pessoas que criticaste toda a tua vida.
Arruinaste um sonho de 16anos, por pessoas que nunca te mereceram. Arruinaste tudo aquilo que te trouxe até aqui, por algo que não tem valor. Deixei de te conhecer e só queria que percebesses isso. Não és mais o centro das atenções. Os nossos jogos de chantagem acabaram. As músicas parvas, as manias, os dias, as conversas... Se quiseres, acabou!
Até quando te vou ver e dizer para mim mesma que não existes? Até quando me vais obrigar a dizer interiormente que morreste, e outra pessoa cresceu em ti?
Não te conheço, àquilo em que acreditas agora, à pessoa em que te tornaste. Não conheço o que te rodeia, não reconheço o que és... Não existes, morreste, ou então tens vergonha do que eras! Eu não tenho vergonha do que eras, aliás, só quem não gostar de ti é que teria. Agora, as pessoas realmente 'boas', realmente fixes, são as pessoas que criticaste toda a tua vida.
Arruinaste um sonho de 16anos, por pessoas que nunca te mereceram. Arruinaste tudo aquilo que te trouxe até aqui, por algo que não tem valor. Deixei de te conhecer e só queria que percebesses isso. Não és mais o centro das atenções. Os nossos jogos de chantagem acabaram. As músicas parvas, as manias, os dias, as conversas... Se quiseres, acabou!
sábado, abril 21, 2007
Divagar...
Escrevo com o intuito de me desafogar da enchorrada de sentimentos que me sufoca.
O que sinto não me deixa saber quem és, nem mesmo quem eu sou.
Se te odeio, se te amo, se te adoro, se não gosto de ti, se te quero aqui, ou se te quero 'dar'...
Havia um tempo, um lugar, um momento, em que tudo o que víamos estava bem longe ou bem perto. Era um futuro que não sabia explicar, um história que não sabia contar ou até mesmo um vazio que não tinha lugar.
Era um vazio, definitivamente, de algo que me fazia falta, de alguém que me deixava lentamente, de um mundo, que perfeito não era. Era de mim e para mim que esta dor se afirmava; era para eu perceber até onde, algo maior e mais forte, se podia impôr a todas as minhas acções. O desespero que me afundava, tanto ou maior do que a dor, fazia de mim um 'boneco' inútil às mãos de todos ou de qualquer um. Fugia-me por entre os dedos esse algo ou alguém, que não me deixou agarrá-lo bem forte para o não perder. Foi sorrateiramente partindo para um lugar que nunca vi.
Se era um futuro que não sabia explicar, era-o definitivamente. Toda esta dor, todo o desespero, me levavam para uma parte incerta do abismo, algures onde nunca estive anteriormente, e para onde não quero voltar. Para um lugar distante que, como de um labirinto, ninguém sabe sair.
E se era uma história que não sabia contar, continua a sê-lo efectivamente. A história da minha vida, a história dos meus sentimentos, a história da minha essência e da pessoa que me quero tornar, é uma história que eu própria não entendo, de imperfeições e precalços, de saltos e recuos, de sonhos e de pesadelos... Não a sei contar, é certo, mas um dia, tudo isto parecerá distante.
O que sinto não me deixa saber quem és, nem mesmo quem eu sou.
Se te odeio, se te amo, se te adoro, se não gosto de ti, se te quero aqui, ou se te quero 'dar'...
Havia um tempo, um lugar, um momento, em que tudo o que víamos estava bem longe ou bem perto. Era um futuro que não sabia explicar, um história que não sabia contar ou até mesmo um vazio que não tinha lugar.
Era um vazio, definitivamente, de algo que me fazia falta, de alguém que me deixava lentamente, de um mundo, que perfeito não era. Era de mim e para mim que esta dor se afirmava; era para eu perceber até onde, algo maior e mais forte, se podia impôr a todas as minhas acções. O desespero que me afundava, tanto ou maior do que a dor, fazia de mim um 'boneco' inútil às mãos de todos ou de qualquer um. Fugia-me por entre os dedos esse algo ou alguém, que não me deixou agarrá-lo bem forte para o não perder. Foi sorrateiramente partindo para um lugar que nunca vi.
Se era um futuro que não sabia explicar, era-o definitivamente. Toda esta dor, todo o desespero, me levavam para uma parte incerta do abismo, algures onde nunca estive anteriormente, e para onde não quero voltar. Para um lugar distante que, como de um labirinto, ninguém sabe sair.
E se era uma história que não sabia contar, continua a sê-lo efectivamente. A história da minha vida, a história dos meus sentimentos, a história da minha essência e da pessoa que me quero tornar, é uma história que eu própria não entendo, de imperfeições e precalços, de saltos e recuos, de sonhos e de pesadelos... Não a sei contar, é certo, mas um dia, tudo isto parecerá distante.
É um mundo diferente, este em que me encontro, em que não te posso tocar. Sentir-te aqui foi o meu porto de abrigo. Ver-te chegar, era a normalidade. Saber da tua presença, o conforto. Saber que por algo que fosse, alguém ia estar sempre lá...
Não sei se foi a distância que te viu partir, ou a burrice de quem te soube perder. Saber que existes, costumava fazer-me sorrir, e saber que estavas no teu mundo, ainda mais. Saber que nada te chateava e mais ninguém te magoava, tornou-se um hábito confirmar, e tornou-se ainda maior, esquecer. As 'crianças' que te rodeiam não crescem, e como crianças, acham que nada tem demasiada importância, tudo é demasiadamente simples!
Pois eu digo que não é a partir do momento em que se magoa alguém, com uma dor que não se pode curar. A marca da sua passagem é motivo para chorar. O desaparecimento, é algo que não está nas nossas mãos!
Eu digo que Basta! Basta de magoarmos os outros. Basta de pensarmos naquilo que é melhor para nós. Eu digo que acabou aqui e agora. Eu digo que a cada palavra pronunciada uma gota de sangue se esvairá e formará um rio. Eu digo, porque posso!
Não sei se foi a distância que te viu partir, ou a burrice de quem te soube perder. Saber que existes, costumava fazer-me sorrir, e saber que estavas no teu mundo, ainda mais. Saber que nada te chateava e mais ninguém te magoava, tornou-se um hábito confirmar, e tornou-se ainda maior, esquecer. As 'crianças' que te rodeiam não crescem, e como crianças, acham que nada tem demasiada importância, tudo é demasiadamente simples!
Pois eu digo que não é a partir do momento em que se magoa alguém, com uma dor que não se pode curar. A marca da sua passagem é motivo para chorar. O desaparecimento, é algo que não está nas nossas mãos!
Eu digo que Basta! Basta de magoarmos os outros. Basta de pensarmos naquilo que é melhor para nós. Eu digo que acabou aqui e agora. Eu digo que a cada palavra pronunciada uma gota de sangue se esvairá e formará um rio. Eu digo, porque posso!
Desculpa!
Desculpa, por não ter descoberto quando era tempo!
Desculpa, por ter ficado sem jeito e sem solução!
Desculpa, porque não pensei que isto te acontecesse!
Desculpa, por não saber o que te dizer!
Desculpa, por não me saber desculpar!
Desculpa, por não estar preparada para te ajudar(física e psicologicamente!)!
Desculpa, porque não sei o que te fiz!
Desculpa, porque não te soube agarrar quando era tempo!
Desculpa, por onde desceste!
Desculpa, por onde não tinhas de ir, se não fosse por te deixarmos!
Desculpa, porque não te conhecemos, agora!
Desculpa, por te termos feito afastar!
Desculpa, por não querermos acreditar!
Desculpa, porque é demais o que acontece!
Desculpa, porque não merecias!
Desculpa, porque não posso perdoar-me!
Desculpa, por ser tão dificil!
Desculpa, mas prometo que não vais estar sozinha!
Desculpa, mas nós vamos ajudar-te!
Desculpa, porque vai tudo mudar!
Desculpa, porque já sabes que vai ser diferente!
Desculpa, por não ter parado enquanto foi tempo!
Desculpa, porque não soubemos impor-te!
Desculpa, por não te termos preparado!
Desculpa, por te termos deixado fugir!
Desculpa, porque não era para ti!
Desculpa, por seres tu a pagar o preço do nosso desleixe!
Desculpa, por sermos tão frios!
Desculpa, por tudo o que sentes!
Desculpa, por tudo aquilo do que nos culpas!
Desculpa, por tudo o que não fizemos, e devíamos!
Desculpa, por sermos tão estúpidos!
Desculpa, porque ainda não te vingamos!
Desculpa, por ainda não sabermos o que fazer!
Desculpa, por cada lágrima que derramamos a pensar em nós!
Desculpa, pela falta que nos fazes!
Desculpa, pelo nosso egoísmo!
Desculpa, por já ser tão tarde!
Desculpa, porque estamos perdidos agora!
Desculpa, mas é tão dificil entender!
E quando algo melhor queria dizer, o mais apropriado, sinto que é calar-me, e dizer (embora não me ouças) DESCULPA! E não posso pedir que me perdoes, mas que me deixes ajudar. Não posso pedir que me ouças, mas que tentes entender. Não posso pedir mais do que já pedi, porque pedir não chega! Não posso dizer que nós não sofremos, porque não te posso mentir, porque não seria possivel dizer alguma vez mais, por algum motivo mais, DESCULPA. É o mais que te posso pedir! E é real! Verdadeiro. Puro. Por favor!
Desculpa, por ter ficado sem jeito e sem solução!
Desculpa, porque não pensei que isto te acontecesse!
Desculpa, por não saber o que te dizer!
Desculpa, por não me saber desculpar!
Desculpa, por não estar preparada para te ajudar(física e psicologicamente!)!
Desculpa, porque não sei o que te fiz!
Desculpa, porque não te soube agarrar quando era tempo!
Desculpa, por onde desceste!
Desculpa, por onde não tinhas de ir, se não fosse por te deixarmos!
Desculpa, porque não te conhecemos, agora!
Desculpa, por te termos feito afastar!
Desculpa, por não querermos acreditar!
Desculpa, porque é demais o que acontece!
Desculpa, porque não merecias!
Desculpa, porque não posso perdoar-me!
Desculpa, por ser tão dificil!
Desculpa, mas prometo que não vais estar sozinha!
Desculpa, mas nós vamos ajudar-te!
Desculpa, porque vai tudo mudar!
Desculpa, porque já sabes que vai ser diferente!
Desculpa, por não ter parado enquanto foi tempo!
Desculpa, porque não soubemos impor-te!
Desculpa, por não te termos preparado!
Desculpa, por te termos deixado fugir!
Desculpa, porque não era para ti!
Desculpa, por seres tu a pagar o preço do nosso desleixe!
Desculpa, por sermos tão frios!
Desculpa, por tudo o que sentes!
Desculpa, por tudo aquilo do que nos culpas!
Desculpa, por tudo o que não fizemos, e devíamos!
Desculpa, por sermos tão estúpidos!
Desculpa, porque ainda não te vingamos!
Desculpa, por ainda não sabermos o que fazer!
Desculpa, por cada lágrima que derramamos a pensar em nós!
Desculpa, pela falta que nos fazes!
Desculpa, pelo nosso egoísmo!
Desculpa, por já ser tão tarde!
Desculpa, porque estamos perdidos agora!
Desculpa, mas é tão dificil entender!
E quando algo melhor queria dizer, o mais apropriado, sinto que é calar-me, e dizer (embora não me ouças) DESCULPA! E não posso pedir que me perdoes, mas que me deixes ajudar. Não posso pedir que me ouças, mas que tentes entender. Não posso pedir mais do que já pedi, porque pedir não chega! Não posso dizer que nós não sofremos, porque não te posso mentir, porque não seria possivel dizer alguma vez mais, por algum motivo mais, DESCULPA. É o mais que te posso pedir! E é real! Verdadeiro. Puro. Por favor!
domingo, abril 08, 2007
Idealizo-te..
Amo-te ou odeio-te? Ainda não decidi. Compreender-te, não te compreendo, mas não posso pedir tanto! Posso pedir que me ouças, que tentes compreender o que eu digo. Como isso também não consegues, peço que tentes perceber, que só não me percebes porque não sabes quem eu sou!
Dizes que me amas, mas que não me compreendes. Se dizes que sou linda e ainda não me viste, és um sonhador que não sabe do mundo. Se dizes que sou má, estás a ser racional, mas nunca coerente. Se dizes que sonhaste comigo, não tens medo do que sentes, ou então não sabes o que significa.
Não consigo decidir quanto gosto ou não de ti, porque não sei ainda se existes. Sinto que estás aqui algures, mas não te vejo a olhar por mim.
Quero que saibas que eu estou aqui, estejas tu onde estiveres. Quero que leias cada palavra, como se para ti fosse dirigida. Quero que entres neste mundo inventado, que gosto de melhorar com cada pormenor, e te sintas no teu próprio mundo. Quero que leias e imagines que és tu quem está a escrever. Quero que sintas cada letra, cada vírgula, cada parágrafo, como sendo parte da minha vida. E que assim a conheças.
Idealizo-te no meu pequeno mundo, imaginando quão belo, quão simpático, quão diferente serias. Imagino quanto de ti está em mim, e quanto de mim está em ti!
Não sei se existes ainda, mas imagino-te sentado ao meu lado a conversar sobre nada ou sobre tudo. Imagino quanto teríamos por dizer ou por calar. Imagino-nos a envelhecer juntos sem nos conhecermos verdadeiramente. Até porque talvez não exista um nós.
Idealizo-te, nos meus sonhos, como alguém que sabe apreciar um bom livro, uma boa música. Como alguém que sabe exactamente aquilo que quer, e como o conseguir. Como alguém que luta até ao fim por algo em que acredita. Como alguém que gosta verdadeiramente das pessoas. Como alguém sociável, sensível aos problemas do mundo, que gosta de ajudar os outros...Como alguém capaz de me fazer feliz. Como alguém real. Se existires e souberes da minha existência, então um dia vou encontrar-te. Caso isso não aconteça, todos gostamos de escrever para alguém 'ideal'. E, como tu existes, um dia vais ler cada palavra que eu escrever e dizer: 'É a rapariga que eu idealizei!' Nessa altura, talvez eu não me lembre de cada palavra que escrevi, mas o sentimento que nos une (a mim e a ti que talvez existas) vai ser o mesmo que revelo ao escrever, que tu ao ler, que revelaremos pela vida fora.
Idealizo-te...
Dizes que me amas, mas que não me compreendes. Se dizes que sou linda e ainda não me viste, és um sonhador que não sabe do mundo. Se dizes que sou má, estás a ser racional, mas nunca coerente. Se dizes que sonhaste comigo, não tens medo do que sentes, ou então não sabes o que significa.
Não consigo decidir quanto gosto ou não de ti, porque não sei ainda se existes. Sinto que estás aqui algures, mas não te vejo a olhar por mim.
Quero que saibas que eu estou aqui, estejas tu onde estiveres. Quero que leias cada palavra, como se para ti fosse dirigida. Quero que entres neste mundo inventado, que gosto de melhorar com cada pormenor, e te sintas no teu próprio mundo. Quero que leias e imagines que és tu quem está a escrever. Quero que sintas cada letra, cada vírgula, cada parágrafo, como sendo parte da minha vida. E que assim a conheças.
Idealizo-te no meu pequeno mundo, imaginando quão belo, quão simpático, quão diferente serias. Imagino quanto de ti está em mim, e quanto de mim está em ti!
Não sei se existes ainda, mas imagino-te sentado ao meu lado a conversar sobre nada ou sobre tudo. Imagino quanto teríamos por dizer ou por calar. Imagino-nos a envelhecer juntos sem nos conhecermos verdadeiramente. Até porque talvez não exista um nós.
Idealizo-te, nos meus sonhos, como alguém que sabe apreciar um bom livro, uma boa música. Como alguém que sabe exactamente aquilo que quer, e como o conseguir. Como alguém que luta até ao fim por algo em que acredita. Como alguém que gosta verdadeiramente das pessoas. Como alguém sociável, sensível aos problemas do mundo, que gosta de ajudar os outros...Como alguém capaz de me fazer feliz. Como alguém real. Se existires e souberes da minha existência, então um dia vou encontrar-te. Caso isso não aconteça, todos gostamos de escrever para alguém 'ideal'. E, como tu existes, um dia vais ler cada palavra que eu escrever e dizer: 'É a rapariga que eu idealizei!' Nessa altura, talvez eu não me lembre de cada palavra que escrevi, mas o sentimento que nos une (a mim e a ti que talvez existas) vai ser o mesmo que revelo ao escrever, que tu ao ler, que revelaremos pela vida fora.
Idealizo-te...
quarta-feira, abril 04, 2007
E é o lugar em que o nosso amor começa ou acaba. Além do mais, o infinito. Além do resto, o mundo viciosamente redondo à nossa volta!
Não te quero amar mais, quero ser ainda mais feliz. É tanto ou mais o que nos une. É sempre mais do que te quero.
Gritar bem alto ao mundo quando existes, e gritar mais alto quando me fizeres feliz!
Não te quero amar mais, quero ser ainda mais feliz. É tanto ou mais o que nos une. É sempre mais do que te quero.
Gritar bem alto ao mundo quando existes, e gritar mais alto quando me fizeres feliz!
sexta-feira, março 30, 2007
'Cúmplices'
A noite vem às vezes tão perdida
e quase nada parece bater certo
há qualquer coisa em nos inquieta e ferida
e tudo que era fundo fica perto
nem sempre o chão da alma é seguro
nem sempre o tempo cura qualquer dor
e o sabor a fim da mar que vem do escuro
é tantas vezes o que resta do calor
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
trocamos as palavras mais escondidas
e só a noite arranca sem doer
seremos cúmplices o resto da vida
ou talvez só até amanhecer
fica tão fácil entregar a alma
a quem nos traga um sopro do deserto
olhar onde a distância nunca acalma
esperando o que vier de peito aberto
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
e quase nada parece bater certo
há qualquer coisa em nos inquieta e ferida
e tudo que era fundo fica perto
nem sempre o chão da alma é seguro
nem sempre o tempo cura qualquer dor
e o sabor a fim da mar que vem do escuro
é tantas vezes o que resta do calor
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
trocamos as palavras mais escondidas
e só a noite arranca sem doer
seremos cúmplices o resto da vida
ou talvez só até amanhecer
fica tão fácil entregar a alma
a quem nos traga um sopro do deserto
olhar onde a distância nunca acalma
esperando o que vier de peito aberto
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Mafalda Veiga
Realidade/mentira
Vamos ser felizes mais uma vez! Vamos crescer, gritar, viver, sorrir, brincar. Vamos ser mais e melhor, vamos ser nós mais uma vez, vamos cantar, vamos dançar, vamos falar e falar e falar. Quero ser uma e duas e três vezes, alguém melhor, alguém a sério.
E se era mais que serias sem mim, era mais que seria sem ti, e no entanto, não é verdade. É mentira só por existir, porque é mentira todo o mundo e tudo o resto. Tudo o que vemos não existe na realidade, tudo em que acreditamos é fantasia.
É um mundo que queremos construir, acima de tudo o que é real!
É aqui que vivemos!!
E se era mais que serias sem mim, era mais que seria sem ti, e no entanto, não é verdade. É mentira só por existir, porque é mentira todo o mundo e tudo o resto. Tudo o que vemos não existe na realidade, tudo em que acreditamos é fantasia.
É um mundo que queremos construir, acima de tudo o que é real!
É aqui que vivemos!!
sábado, março 24, 2007
Com sol, sem sol; com açúcar, sem açúcar; com molho, sem molho; com água, sem água; com chuva, sem chuva; com frio, sem frio; com livros, sem livros; com maionese, sem maionese; com batatas, sem batatas; com arroz, sem arroz; comigo, ou sem mim; com zanga, sem zanga; com beijo, sem beijo; com salada, sem salada; com morango, sem morango; com maçã, sem maçã...
Com amigos, nunca sem...
FÉRIAS É COM TUDO! AQUI, ALI OU EM QUALQUER LUGAR!
Com amigos, nunca sem...
FÉRIAS É COM TUDO! AQUI, ALI OU EM QUALQUER LUGAR!
domingo, março 18, 2007
Quando chega alguém diferente, venha de onde vier, seja de onde for, seja para onde for, é como uma lufada de ar fresco. Não sabemos bem como reagir à sua chegada até percebermos o motivo da mesma. Mas devemos sempre pensar que a sua chegada será para o bem e pelo bem. Trará felicidade, harmonia, união e mais do que tudo amor e carinho.
Aos que vêm de longe, esperamos que nos contem o que já viram e que gostem do sítio onde chegaram; os que que vêm de perto, esperamos que seja por um motivo não muito doloroso; os que vêm de um lugar do qual infelizmente não nos lembramos, esperamos que sejam muito felizes, e que tragam com eles a esperança e realização de um mundo novo!
Por isso, a todos os que chegaram de um mundo diferente, sejam bem-vindos. E se forem extraterrestres, têm caminho livre para invadirem a terra e salvarem o mundo. A parte boa, é que o mais provável é os extraterrestres não saberem português, podemos dizer mal ou bem deles à vontade. Quanto mais não seja falam inglês, ou americano, segundo os filmes, mas só os bem instruídos. De qualquer forma, e por ser um post tão pouco lúcido, acabo com uma mensagem simpática: FALTA UMA SEMANA PARA AS FÉRIAS! YAY! (Para quem tem exames em Junho(como eu) falta uma semana para recomeçar o estudo)
Aos que vêm de longe, esperamos que nos contem o que já viram e que gostem do sítio onde chegaram; os que que vêm de perto, esperamos que seja por um motivo não muito doloroso; os que vêm de um lugar do qual infelizmente não nos lembramos, esperamos que sejam muito felizes, e que tragam com eles a esperança e realização de um mundo novo!
Por isso, a todos os que chegaram de um mundo diferente, sejam bem-vindos. E se forem extraterrestres, têm caminho livre para invadirem a terra e salvarem o mundo. A parte boa, é que o mais provável é os extraterrestres não saberem português, podemos dizer mal ou bem deles à vontade. Quanto mais não seja falam inglês, ou americano, segundo os filmes, mas só os bem instruídos. De qualquer forma, e por ser um post tão pouco lúcido, acabo com uma mensagem simpática: FALTA UMA SEMANA PARA AS FÉRIAS! YAY! (Para quem tem exames em Junho(como eu) falta uma semana para recomeçar o estudo)
sexta-feira, março 16, 2007
sábado, março 10, 2007
Não há amor que chegue
My darling I, can't get enough of your love babe
I don't know, I don't know why
Can't get enough of your love babe
Oh, some things i can't get used to
No matter how I try
Just like the more you give, the more I want
And baby, that's no lie
Oh no, babe
Não há amor que chegue, certo?
I don't know, I don't know why
Can't get enough of your love babe
Oh, some things i can't get used to
No matter how I try
Just like the more you give, the more I want
And baby, that's no lie
Oh no, babe
Não há amor que chegue, certo?
quinta-feira, março 08, 2007
Dia da Mulher
Para que cada mulher saiba encontrar o que de melhor tem em si;
Para cada mulher que sabe amar o outro incondicionalmente;
Para todas as mulheres, porque choram mesmo sem motivo;
Para todas as mulheres, porque querem sempre tudo para os outros;
Porque todas as mulheres são especiais, de uma forma ou de outra, cada uma à sua maneira, cada uma para alguém diferente!
Hoje, PARABÉNS!
Para cada mulher que sabe amar o outro incondicionalmente;
Para todas as mulheres, porque choram mesmo sem motivo;
Para todas as mulheres, porque querem sempre tudo para os outros;
Porque todas as mulheres são especiais, de uma forma ou de outra, cada uma à sua maneira, cada uma para alguém diferente!
Hoje, PARABÉNS!
segunda-feira, março 05, 2007
Solidão
Acordo do sonho e encontro-me cercada da saudade. Esqueço-me de sorrir e encontro um mundo diferente.
Afogo-me num mundo de solidão e encontro-me, a cada esquina, mais próxima do escuro. Abro uma janela e aquela luz sufoca-me pela sua não-existência. Uma lágrima cai e não lhe encontro explicação.
Olho em volta, e à minha volta não há nada, apenas um mundo vazio. Acordei num mundo que não conheço e que não quero descobrir. Não percebo o que me dizem.
Sei da vontade de ser feliz e no entanto, não a encontro em parte alguma. A minha mente anoitece, já não há mais nada.
Olhei de novo à minha volta e percebi. Estou tão só e tão longe, és tu que me faltas!
Afogo-me num mundo de solidão e encontro-me, a cada esquina, mais próxima do escuro. Abro uma janela e aquela luz sufoca-me pela sua não-existência. Uma lágrima cai e não lhe encontro explicação.
Olho em volta, e à minha volta não há nada, apenas um mundo vazio. Acordei num mundo que não conheço e que não quero descobrir. Não percebo o que me dizem.
Sei da vontade de ser feliz e no entanto, não a encontro em parte alguma. A minha mente anoitece, já não há mais nada.
Olhei de novo à minha volta e percebi. Estou tão só e tão longe, és tu que me faltas!
sexta-feira, março 02, 2007
A minha lua
Branca, por vezes amarelada, redonda(na sua essência) vê-mo-la aos 'bocados' ora em quarto crescente, ora em quarto minguante, ora cheia, ora em lua nova(neste caso não a vemos). Simpática, acolhedora, reconfortante, e que no fundo, foi o porto de abrigo, de consolação, ao longo de numerosas gerações!
Era o sonho do homem lá chegar, e conseguiu! Era sonho das crianças vê-la sorrir, e talvez tenham conseguido(pelo menos algumas).Era a vontade de criar lá um novo mundo e já estivemos mais longe. É saber que lá, temos o nosso 'cantinho privado' o nosso porto de abrigo..
Assim, sempre que olharem para o céu, sorriam, agradeçam-lhe, e nunca se esqueçam: A LUA É MINHA! Foi um 'pequeno' presente!
Era o sonho do homem lá chegar, e conseguiu! Era sonho das crianças vê-la sorrir, e talvez tenham conseguido(pelo menos algumas).Era a vontade de criar lá um novo mundo e já estivemos mais longe. É saber que lá, temos o nosso 'cantinho privado' o nosso porto de abrigo..
Assim, sempre que olharem para o céu, sorriam, agradeçam-lhe, e nunca se esqueçam: A LUA É MINHA! Foi um 'pequeno' presente!
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Na hora H
Nesta hora, descobrimos o que realmente tem de ser, pensamos sobre o que realmente é possivel e decidimos o nosso 'futuro'. São breves instantes que determinam o quanto alguma coisa é ou deixa de ser.
No entanto, é a hora que nos deixa crescer e amadurecer e perder a mania disto ou daquilo!
No fundo a hora H não passa de alguns minutos que consideramos importantes porque nos obrigaram a uma escolha ou a uma decisão que préviamente tomada, ou de forma imediata, nos levou a uma conclusão que nos agradou ou desagradou de forma a interferir ou não em actos futuros!
Vivam para as horas H, porque as outras não interessam!!!
No entanto, é a hora que nos deixa crescer e amadurecer e perder a mania disto ou daquilo!
No fundo a hora H não passa de alguns minutos que consideramos importantes porque nos obrigaram a uma escolha ou a uma decisão que préviamente tomada, ou de forma imediata, nos levou a uma conclusão que nos agradou ou desagradou de forma a interferir ou não em actos futuros!
Vivam para as horas H, porque as outras não interessam!!!
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
"Como lembrança ao Professor Amorim Costa!"
Sinto hoje a sua ausência e à menos de 3 horas lhe falei. Ensinou-me a ser enquanto pessoa, a crescer enquanto aluna e sempre me incentivou na escrita!
Sempre ajudou os alunos, e por eles fazia tudo. Ajudava nas subidas de notas, valorizava atitudes solidárias e era o primeiro a ajudar quem quer que fosse!
Foi, e penso que falo por todos(alunos e colegas), um dos melhores professores de sempre, que nos ensinou mais do que seria possivel aprender com todos os anos que tivemos de português. Foi, acima de tudo, mais do que
se esperava que fosse - um amigo.
Lutou por todos, para todos, e mostrou-nos o caminho para um mundo melhor! Espero que o possam seguir!
Tenho a acrescentar que, o que aconteceu naquela sala, fica naquela sala, e só espero que se se arrependerem, o demonstrem!
Hoje, este 'nosso' professor e amigo, foi para a reforma e prometeu-nos que iria lembrar-se sempre de nós. Tal como ele, espero que todos mantenham as promessas que fizeram.
E por hoje, chega!
Sempre ajudou os alunos, e por eles fazia tudo. Ajudava nas subidas de notas, valorizava atitudes solidárias e era o primeiro a ajudar quem quer que fosse!
Foi, e penso que falo por todos(alunos e colegas), um dos melhores professores de sempre, que nos ensinou mais do que seria possivel aprender com todos os anos que tivemos de português. Foi, acima de tudo, mais do que
se esperava que fosse - um amigo.
Lutou por todos, para todos, e mostrou-nos o caminho para um mundo melhor! Espero que o possam seguir!
Tenho a acrescentar que, o que aconteceu naquela sala, fica naquela sala, e só espero que se se arrependerem, o demonstrem!
Hoje, este 'nosso' professor e amigo, foi para a reforma e prometeu-nos que iria lembrar-se sempre de nós. Tal como ele, espero que todos mantenham as promessas que fizeram.
E por hoje, chega!
sábado, janeiro 27, 2007
Histórias de vida
As histórias da vida de alguém, são histórias que marcam as pessoas, são histórias que vivem com as pessoas, são histórias que nunca vão ser esquecidas!
Neste ano que passou, houveram muitas histórias que me marcaram, muitas que não vou poder esquecer!Houve acima de tudo, coisas que aprendi, pessoas que espero que desapareçam da minha cabeça a cada instante, mas que teimam em aparecer nos momentos menos oportunos! Pessoas que me magoaram, pessoas que me desiludiram, pessoas que não merecem!
Agora, para o ano que tenho pela frente, só espero que tudo corra melhor, que tudo seja melhor, que desapareçam para sempre!
ps. - Desculpem a ausência. Leiam o livro 'Memórias de uma Gueixa', um livro lindo e absolutamente viciante!
Neste ano que passou, houveram muitas histórias que me marcaram, muitas que não vou poder esquecer!Houve acima de tudo, coisas que aprendi, pessoas que espero que desapareçam da minha cabeça a cada instante, mas que teimam em aparecer nos momentos menos oportunos! Pessoas que me magoaram, pessoas que me desiludiram, pessoas que não merecem!
Agora, para o ano que tenho pela frente, só espero que tudo corra melhor, que tudo seja melhor, que desapareçam para sempre!
ps. - Desculpem a ausência. Leiam o livro 'Memórias de uma Gueixa', um livro lindo e absolutamente viciante!
segunda-feira, janeiro 15, 2007
Uma canção em linguagem gestual
(escrita pela mãe de um menino surdo!)
Amigo, olha o que eu digo,
o mundo que tu ouves
é o mesmo que eu vejo.
Dá-me a tua mão, eu oiço a tua mão!
Dizem que eu sou surdo, mas eu vejo
os pássaros cantar e o vento nas
árvores
e as crianças rir.
O meu universo é vazio sem ti.
Olha-me e sorri
e aperta a minha mão na tua.
Dá-me a tua mão e aprende a minha
língua.
Tu podes falar por gestos no ar!
Nós podemos chegar às estrelas...
Há tantas coisas para fazermos
juntos!
Danielle Bouvet
O texto da canção diz tudo. Só quem viveu a nossa experiência sabe o que significa. Tal como dissemos no Auditório Horácio Marçal, em Paranhos, "É urgente continuar..."
O espectáculo 'Contactos no Silêncio... É urgente Comunicar!' surgiu no âmbito da disciplina de Arte Dramática e foi elaborado pela nossa turma e por uma turma de alunos surdos da escola de Paranhos! Um projecto inesquecivel, uma experiência enriquecedora. Tinha na base do nosso projecto o poema 'Urgentemente' de Eugénio de Andrade que não vejo necessidade de transcrever!
Perdoem a minha ausência. Tenho dito!
Amigo, olha o que eu digo,
o mundo que tu ouves
é o mesmo que eu vejo.
Dá-me a tua mão, eu oiço a tua mão!
Dizem que eu sou surdo, mas eu vejo
os pássaros cantar e o vento nas
árvores
e as crianças rir.
O meu universo é vazio sem ti.
Olha-me e sorri
e aperta a minha mão na tua.
Dá-me a tua mão e aprende a minha
língua.
Tu podes falar por gestos no ar!
Nós podemos chegar às estrelas...
Há tantas coisas para fazermos
juntos!
Danielle Bouvet
O texto da canção diz tudo. Só quem viveu a nossa experiência sabe o que significa. Tal como dissemos no Auditório Horácio Marçal, em Paranhos, "É urgente continuar..."
O espectáculo 'Contactos no Silêncio... É urgente Comunicar!' surgiu no âmbito da disciplina de Arte Dramática e foi elaborado pela nossa turma e por uma turma de alunos surdos da escola de Paranhos! Um projecto inesquecivel, uma experiência enriquecedora. Tinha na base do nosso projecto o poema 'Urgentemente' de Eugénio de Andrade que não vejo necessidade de transcrever!
Perdoem a minha ausência. Tenho dito!
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